Alckmin crê em virada de Serra a quatro semanas da eleição
05 de setembro de 2010 • 19h11 • atualizado às 22h55
Tiago Dias Em visita ao Museu da Língua Portuguesa neste domingo (5), em São Paulo, o candidato ao governo paulista pelo PSDB, Geraldo Alckmin, se mostrou otimista quanto a virada do presidenciável José Serra (PSDB) nessas eleições. "Temos quatro semanas. É tempo suficiente para diminuir a diferença. Ele (Serra) já parou de cair (nas pesquisas). Agora é recuperar", disse Alckmin.
De acordo com o tucano, a intenção de voto dos paulistas em José Serra - que foi o último governador de São Paulo - apenas empatou com a preferência dos eleitores por Dilma Rousseff (PT), e não sofreu queda. Na última pesquisa Datafolha, Serra tem 36% contra 41% de Dilma em São Paulo.
O candidato ainda rechaçou a ideia de que poderia transferir votos para Serra. Segundo as pesquisas, Alckmin pode ganhar a eleição ainda no primeiro turno. "Imagina, seria presunçoso da minha parte. Serra tem liderança e prestígio político", afirmou, prometendo apoio total e agenda conjunta toda vez que o Serra estiver em São Paulo.
Alckmin comentou a crítica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez a respeito da quebra de sigilo da filha de Serra, Veronica. Neste sábado (4), o presidente criticou a posição do PSDB sobre a quebra de sigilo. "Nossa campanha está tranquila (...) Do outro lado, temos um adversário, que o bicho anda com uma raiva que eu não sei de quê. O programa deles tá pesado, rasteiro", disse Lula na ocasião. "O presidente fala em baixaria, mas baixaria é quebra de sigilo", disse Alckmin.
O tucano aproveitou a visita e prometeu um anexo ao Museu, que ficaria ao lado da Estação da Luz, onde hoje ficam prédios deteriorados. Ele visitou o segundo andar do Museu e esperou Serra chegar para visitar a exposição que homenageia o poeta português Fernando Pessoa. Em um dos corredores, Alckmin foi surpreendido por uma família de quatro pessoas - duas crianças e dois adultos - que bateu palmas enquanto ele passava. "Governador", saudaram.
De acordo com o tucano, a intenção de voto dos paulistas em José Serra - que foi o último governador de São Paulo - apenas empatou com a preferência dos eleitores por Dilma Rousseff (PT), e não sofreu queda. Na última pesquisa Datafolha, Serra tem 36% contra 41% de Dilma em São Paulo.
O candidato ainda rechaçou a ideia de que poderia transferir votos para Serra. Segundo as pesquisas, Alckmin pode ganhar a eleição ainda no primeiro turno. "Imagina, seria presunçoso da minha parte. Serra tem liderança e prestígio político", afirmou, prometendo apoio total e agenda conjunta toda vez que o Serra estiver em São Paulo.
Alckmin comentou a crítica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez a respeito da quebra de sigilo da filha de Serra, Veronica. Neste sábado (4), o presidente criticou a posição do PSDB sobre a quebra de sigilo. "Nossa campanha está tranquila (...) Do outro lado, temos um adversário, que o bicho anda com uma raiva que eu não sei de quê. O programa deles tá pesado, rasteiro", disse Lula na ocasião. "O presidente fala em baixaria, mas baixaria é quebra de sigilo", disse Alckmin.
O tucano aproveitou a visita e prometeu um anexo ao Museu, que ficaria ao lado da Estação da Luz, onde hoje ficam prédios deteriorados. Ele visitou o segundo andar do Museu e esperou Serra chegar para visitar a exposição que homenageia o poeta português Fernando Pessoa. Em um dos corredores, Alckmin foi surpreendido por uma família de quatro pessoas - duas crianças e dois adultos - que bateu palmas enquanto ele passava. "Governador", saudaram.
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